Gênese de “O Viajor”
Neste livro falo de “conversa íntima”. Sabe, aquela conversa que temos com a gente mesmo dia após dia! Aqueles pensamentos que de tão recorrentes se transformam em “padrões mentais”. E como é de minha crença e vivência, esses padrões mentais acabam criando a nossa realidade, nossas “circunstâncias experimentadas” ou como dizem “nosso destino”. Então, imaginei alguém vivendo sobre a influência de padrões mentais extremamente negativos, levando-o a perder completamente o sentido da sua encarnação. Foram aparecendo as personagens, os eventos e de repente tinha uma história. Um filme ia se desenvolvendo na minha tela mental. O que no fim resultou no romance que intitulei de “O Viajor”. Nele transmito meus sentimentos e crenças, sem nenhuma imposição, através de um romance, de uma história de viagens metafísicas e interdimensionais.
A maioria de nós dá muita importância aos acontecimentos externos. Passamos a maior parte de nossas vidas avaliando e julgando tudo e todos, sem perceber que com isso estamos fornecendo o conteúdo para o nosso sistema realizador. Tudo que nos acontece é o sucesso desse programa formatado a partir dos nossos “padrões de pensamentos”. São esses padrões funcionando como programas válidos e acreditados que vão construindo os eventos, resultando na realização de todas as nossas experiências.
“O PENSAMENTO DE HOJE SERÁ DESTINO AMANHÃ!”

Dagnabbit good stuff you whippersnappers!
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